Existem situações que não escolhemos, comportamentos de outras pessoas que não conseguimos mudar e contextos que estão muito além da nossa influência. Reconhecer isso é importante — mas não significa que não exista nada a fazer.
Entre aquilo que acontece ao nosso redor e a forma como respondemos, existe um espaço de percepção e escolha. É nele que podemos observar nossos padrões, questionar reações automáticas e compreender melhor por que agimos de determinadas maneiras.
Protagonismo não significa acreditar que tudo depende de nós. Significa conseguir distinguir o que não podemos controlar daquilo sobre o que ainda podemos agir.
Talvez uma pergunta importante diante de uma situação difícil não seja apenas “por que isso está acontecendo comigo?”, mas também: “Diante disso, o que está ao meu alcance fazer diferente?”